quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

exorcizo pela escrita
no útero da paisagem
o que de mim
em mim mesmo ultrapassa
a parede da fala
o malefício do poema

prefiro ser vasto em sossego
sem saliência
liso de gravuras
mais que própria pedra de giz

Um comentário:

Adriana Borges disse...

Oi, João !!!
Amei seus versos !!! são muito inspirados!!! Parabéns !!!
beijos,
Adriana